imagem: Jia Lu, Illuminated"EM CADA CORAÇÃO HÁ UMA JANELA PARA OUTROS CORAÇÕES.ELES NÃO ESTÃO SEPARADOS,COMO DOIS CORPOS;MAS,ASSIM COMO DUAS LÂMPADAS QUE NÃO ESTÃO JUNTAS,SUA LUZ SE UNE NUM SÓ FEIXE." (Jalaluddin Rumi) A MULHER DESPERTADA PARA SUA DEUSA INTERIOR,CAMINHA SERENAMENTE ENTRE A DOR E AS VERDADES DA ALMA,CONSCIENTE DA META ESTABELECIDA E DA PLENITUDE A SER ALCANÇADA. BLOG COM MEUS POEMAS:http://desombrasedeluzanna-paim.blogspot.com/
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Aprendemos a celebrar os nossos ancestrais.
Mas raramente olhamos para eles com real respeito.
Não importa se nosso avô ou avó é cristão, mulçumano ou judeu. Seja pelo tempo que viveu ou pelas experiências que teve, precisamos reconhecê-los e ouvir suas histórias.
Resgatar a ancestralidade.
Respeitá-la de verdade.
Não estou me referindo a velas no altar ou colocá-los como múmias em museus que nunca iremos visitar.
Falo de trazê-los para sua realidade.
Porque eles podem falar de onde viemos. Do que somos feitos. Quem são aqueles que abriram nosso caminho no mundo.
Eles falarão das bençãos e das maldições que carregamos.
Algumas dessas histórias podem nos ajudar a compreender e até, quem diria!, a exorcizar uns fantasmas.
Podem nos ajudar a ver quem seremos.
Porque vamos envelhecer, não se esqueçam.
Se o curso esperado seguir, vamos perder as forças e ganhar rugas. Para as mulheres, cessará a menstruação. Para os homens, mesmo com viagras e afins, o corpo não terá a mesma disposição e elasticidade.
É preciso saber envelhecer.
É preciso amar o envelhecimento da sua carne, para compreender o seu ciclo nessa vida.
É preciso amar cada dia vivido, para poder amar o fim do ciclo.
É necessário não ter situações pendentes, desejos frustrados e uma vida pela metade para que se possa apreciar a velhice.
Para que se possa ter o que ensinar na velhice.
Para que se ame as rugas, as pernas fracas, as mãos trêmulas.
Para que finalmente se entenda que a beleza fenece porque ela também faz parte de um ciclo. E existe um ciclo onde a beleza está na profundidade e não na superfície. Está na tranquilidade e não no desespero. Está na história que se conta e não apenas na que se vive.
Vivam intensamente.
Envelheçam serenamente.
Amem e ouçam os idosos que podem lhe ensinar tanto hoje.
http://bruxadragao.blogspot.com/2009/11/ancestrais.html
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Há dois mundos coexistindo.
Um deles está nitidamente se acabando.
Outro está começando.
Há um novo ciclo civilizatório se iniciando agora e ao mesmo tempo o antigo sistema tudo faz para tentar manter seu poder.
Grupos inexcrupulosos continuam a manipular sistemas pelo mundo inteiro perpetuando a mesma sandice imperialista que levou Roma a exterminar vários povos nativos do continente Europeu, depois a Igreja Românica a continuar este genocídio, que veio para nosso continente e levou a extinção de mais de uma civilização complexa e ancestral.
Nossos antepassados espirituais foram presos e marcados a ferro em brasa, nossa escravidão é mais sutil, porém presente.
A marca hoje é nos olhos, olhos apáticos, ansiosos em futuros, rancorosos em passados, mas inexistentes no brilho que caracteriza o estar pleno no aqui e agora.
As amarras, as correntes, mais sutis, insidiosas, ideológicas.
Há armadilhas muito sutis, há formas insidiosas de prisão.
Os mecanismos de aprisionamento estão sempre prontos a usar nossa própria ânsia de liberdade para seus próprios fins.
A maneira pela qual agimos a cada instante no mundo onde existimos é nosso sinal de força para esta nova realidade que sentimos surgir ou um ato subjugado a perpetuar o antigo mundo.
Cabe a cada um de nós escolher de que lado nos alinhamos e palavras apenas tem muito pouco valor aqui.
É na realidade de nossas atitudes que revelamos nossa realidade interior.
Que a LIBERDADE seja sempre nossa meta.
Que cada mínimo ato possa ser estratégico, uma combinação sóbria de implacabilidade, astúcia, paciência e gentileza.
Se meditarmos sobre o sentido desses termos, se impregnarmos nossos atos deles, com certeza começaremos a vislumbrar com mais intensidade este outro mundo que aqui já está e seremos colunas, alicerces da construção dessa nova realidade.
Este é um sonho novo, diferente do sonho de mundo que aí está.
O desafio é sonhar consciente.
http://www.imagick.org.br/pagmag/guerreir/sonho.htmlImagem:Frizzell